Pesquisadores desenvolveram um medicamento promissor para tratar a Doença de Alzheimer. Pela primeira vez, um inibidor de peptídeo, chamado RI-AG03, foi capaz de agir sobre os dois principais “pontos quentes” de agregação da proteína Tau, uma das causas da neurodegeneração associada à doença. O estudo mostrou que o medicamento preveniu a formação de emaranhados neurofibrilares tanto em estudos laboratoriais quanto em testes com moscas-das-frutas, estendendo a vida desses insetos. O RI-AG03 inibe a agregação da proteína Tau, uma característica central do Alzheimer, de forma mais específica e com menos efeitos colaterais que os tratamentos atuais.
Essa nova abordagem, que bloqueia simultaneamente as duas regiões da proteína Tau, é vista como um avanço significativo no desenvolvimento de terapias mais eficazes para doenças neurodegenerativas. Embora os testes iniciais em modelos celulares e animais sejam promissores, os pesquisadores agora planejam avançar para testes em roedores e, eventualmente, ensaios clínicos em humanos.
Link para a pesquisa: http://dx.doi.org/10.1002/alz.14246
Conteúdo por: Dr. Caio Robledo Quaio, MD, MBA, PhD
Médico Geneticista – CRM-SP 129.169 / RQE nº 39130
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