
Será que a IA está nos fazendo bem? Estudo sugere que sim (por enquanto…)
À medida que a inteligência artificial (IA) se infiltra em mais setores do mercado de trabalho, cresce também o receio de que ela prejudique os

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Tomar café diariamente pode fazer mais do que te manter acordado: pode ajudar a viver mais. Uma grande pesquisa liderada pela Universidade Tufts, nos EUA,

Pesquisadores japoneses descobriram que um composto natural presente no gengibre kencur, uma variedade típica do sudeste asiático, interfere profundamente na forma como células cancerígenas geram

Pesquisadores da Universidade de Toronto descobriram que dietas baixas em carboidratos (low-carb) e fibras solúveis podem intensificar os danos ao DNA causados por certas bactérias

Pesquisadores descobriram que a proteína Nup98, já conhecida por regular a entrada e saída de moléculas no núcleo celular, também desempenha um papel crucial na

Uma nova ferramenta de inteligência artificial, chamada FaceAge, está revolucionando a forma como médicos avaliam a saúde dos pacientes. Desenvolvida por pesquisadores do Brigham and

Pesquisadores alertam sobre o risco de conclusões equivocadas em estudos genéticos e médicos quando são usados algoritmos de inteligência artificial (IA) para preencher lacunas de dados.

Pesquisadores da Universidade de Kobe descobriram um tratamento que aumenta significativamente as chances de mulheres com perda gestacional recorrente levarem a gravidez a termo sem complicações. Cerca de 20% dessas mulheres têm um auto-anticorpo que ataca o próprio organismo.

As substâncias per e polifluoroalquil (PFAS), conhecidas como “químicos eternos,” são poluentes ambientais persistentes que não se degradam naturalmente e podem causar sérios problemas de saúde, como danos ao fígado, câncer e desequilíbrios hormonais. Um estudo usou modelos de peixe paulistinha para investigar os efeitos neurotóxicos dos PFAS. Os pesquisadores identificaram a ativação anormal de um grupo de genes e demonstraram que essas alterações genéticas resultavam em anomalias comportamentais nos peixes. Esses achados sugerem que a exposição aos PFAS durante períodos críticos de desenvolvimento cerebral pode causar efeitos neurocomportamentais duradouros. A pesquisa oferece informações valiosas sobre como esses produtos químicos podem afetar os seres humanos e abre caminho para futuras avaliações toxicológicas.
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Médico (90a turma) pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com residência em Genética Médica pelo Hospital das Clínicas da USP e Doutorado em Ciências pela USP. Possui Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica, Acreditação Internacional pela Educational Commission for Foreign Medical Graduates, dos EUA, Observrship em Doenças Metabólicas pelo Boston Children’s Hospital e Harvard Medical School e foi Visiting Academic da University of Otago, da Nova Zelândia. É autor e coautor de dezenas de estudos científicos em genética, genômica, doenças raras, câncer hereditário, entre outros temas da genética. Atualmente, é Médico Geneticista do Laboratório Clínico do HIAE e do Projeto Genomas Raros, ambos vinculados ao Hospital Israelita Albert Einstein, e Pesquisador Pós-Doutorando da Faculdade de Medicina da USP.
Graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Católica de Pelotas, mestrado em Biologia Celular e Molecular pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e Doutorado em Biotecnologia pela Universidade Federal de Pelotas (2011). Realizou Pós Doutorado em Epidemiologia e Pós-Doutorado PNPD em Biotecnologia, ambos na Universidade Federal de Pelotas. Posteriormente, realizou Pós-Doutorado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. Foi Analista de Laboratório no setor de NGS do Hospital Israelita Albert Einstein e atualmente é Analista de Pesquisa na Beneficência Portuguesa de São Paulo. Tem ampla experiência na área de Biologia Molecular e Biotecnologia.