Ciência mostra quando os atletas olímpicos atingem o pico de desempenho

A busca por uma medalha de ouro olímpica envolve anos de treinamento rigoroso e outros fatores, como a idade do atleta. Uma equipe de estudantes da Universidade de Waterloo utilizou estatísticas para determinar quando os atletas de atletismo (corridas, saltos, arremessos, etc) atingem seu desempenho máximo. A progressão de desempenho dos atletas geralmente segue uma curva de sino, onde eles treinam por vários anos até alcançar seu “pico” de desempenho em uma certa idade e depois declinam gradualmente.

Os pesquisadores descobriram que a idade média de pico de desempenho para esses atletas também foi de 27 anos. Após essa idade, a probabilidade de um atleta ainda atingir seu pico de desempenho cai para 44% e diminui a cada ano seguinte. Os pesquisadores enfatizam que a análise é principalmente teórica, mas esperam que as descobertas possam ser úteis para atletas e fãs.

Link para a pesquisa: https://doi.org/10.1093/jrssig/qmae038

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Dr. Caio
Robledo Quaio

CRM-SP: 129.169
RQE: 39130

Médico (90a turma) pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com residência em Genética Médica pelo Hospital das Clínicas da USP e Doutorado em Ciências pela USP. Possui Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica, Acreditação Internacional pela Educational Commission for Foreign Medical Graduates, dos EUA, Observrship em Doenças Metabólicas pelo Boston Children’s Hospital e Harvard Medical School e foi Visiting Academic da University of Otago, da Nova Zelândia. É autor e coautor de dezenas de estudos científicos em genética, genômica, doenças raras, câncer hereditário, entre outros temas da genética. Atualmente, é Médico Geneticista do Laboratório Clínico do HIAE e do Projeto Genomas Raros, ambos vinculados ao Hospital Israelita Albert Einstein, e Pesquisador Pós-Doutorando da Faculdade de Medicina da USP.

Dra. Helena
Strelow Thurow

CRBIO-01: 100852

Graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Católica de Pelotas, mestrado em Biologia Celular e Molecular pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e Doutorado em Biotecnologia pela Universidade Federal de Pelotas (2011). Realizou Pós Doutorado em Epidemiologia e Pós-Doutorado PNPD em Biotecnologia, ambos na Universidade Federal de Pelotas. Posteriormente, realizou Pós-Doutorado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. Foi Analista de Laboratório no setor de NGS do Hospital Israelita Albert Einstein e atualmente é Analista de Pesquisa na Beneficência Portuguesa de São Paulo. Tem ampla experiência na área de Biologia Molecular e Biotecnologia.